sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Hermann Oberth e Wernher von Braun, os pioneiros nas viagens espaciais


Hermann Oberth (esquerda) e Wernher von Braun (direita)

Nasce em 25 de Junho de 1894 Hermann Oberth. Oberth nasceu de uma família de saxões da Transilvânia em Hermannstadt, em romeno Sibiu, na época localizada no império Austro-Húngaro, hoje Romênia. Desde criança Oberth foi influenciado por livros de Júlio Verne, como "À roda da Lua" e "Da Terra à Lua", a construir foguetes.
Em 1922 teve uma proposta de tese de doutorado, sobre foguetes, rejeitada por ser "utópica". Então em 1923 ele teve o seu trabalho publicado por uma editora assim como o seu livro "Die Rakete zu den Planetenräumen" (De foguete ao espaço interplanetário)

Nasce em 23 de Março de 1912, em Wirsitz, Alemanha, Wernher von Braun. Em 1925, então com 13 anos de idade, von Braun começa a estudar em um colégio interno no castelo de Ettersburg, próximo a Weimar, onde teve a oportunidade de ler um livro que iria inspirá-lo pelo resto de sua vida. Esse livro era "Die Rakete zu den Planetenräumen" (De foguete ao espaço interplanetário) de Hermann Oberth.

Em 1930 von Braun, então com 18 anos de idade, se junta ao grupo Verein für Raumschiffahrt (VfR Sociedade para Viagens Espaciais) se tornando assistente de Hermann Oberth.

Entre 1938 e 1945 von Braun trabalhou para os Nazistas para dar continuidade ao seu projeto de construir foguetes que levariam o homem ao espaço, mas no fim os seus foguetes foram usados como arma de guerra pelos Nazistas. De 1945 em diante, von Braun passou a trabalhar para o governo Americano e para a NASA.

Finalmente em 16 de Julho de 1969 o sonho de von Braun se tornou realidade. Foi no foguete Saturno V, projetado por von Braun, que Neil Armstrong, Michael Collins e Edwin Aldrin chegaram até a Lua.

Opinião de von Braun sobre Oberth:
"Hermann Oberth foi o primeiro, que quando pensando sobre a possibilidade de espaçonaves, foi além e apresentou conceitos e desenhos matematicamente fundamentados. Eu, particularmente, devo a ele não somente ser uma inspiração na minha vida, como também permitir meu primeiro contato com aspectos teóricos e práticos dos foguetes e viagens espaciais. Um lugar de honra deveria ser reservado na história da ciência e tecnologia por suas contribuições revolucionárias no campo da astronáutica."

Trecho do testamento de von Braun:
“Ao ver que nossos foguetes se incorporavam à guerra, sentíamos uma grande dor grande vergonha”. Nós havíamos projetado para traçar o caminho até outros planetas, não para destruir o nosso.
Os mistérios do Universo confirmam a existência de Deus através da ciência, o homem trata de controlar os traços da natureza. Por meio da religião, os impulsos negativos da natureza humana. Por isso, creio firmemente que nossa sobrevivência, presente e futura, dependem da nossa adesão ao espírito, muito mais que à ciência.
A astronomia seguirá oferecendo novos conhecimentos do Universo, conforme formos estudando o céu. Alguns supõem que a Terra seria um planeta seguro. Pra mim não é verdade. Vejo-a cheia de desordens e de imprevistos. Aí estão à neve, os furacões, os terremotos... E os homens, que só estudam maneiras de destruir-se. No espaço as leis são físicas, que dizer, perfeitas. É preciso refugiar-se ali para salvar-se do dilúvio.
Odeio tudo quanto seja criado para mantar. No dia em que morrer, estarei cheio de tristeza e preocupação em relação ao emprego que se dará no futuro aos foguetes por mim inventados.
As incríveis ambições humanas converterão algum dia o planeta Terra em um lugar desolado e inabitável. Por isso, é preciso chegar-se aos outros planetas virgens, nos quais a mão do homem não tenha deixado pousar todo o peso de sua destruição.

Fotos:
Oberth em 1901

 Oberth e o seu jovem assistente von Braun (Oberth à direita do foguete e von Braun o primeiro à direita na foto).

Oberth e von Braun em 1961.

von Braun em Maio de 1964, época em que trabalhava na NASA.

Documentário sobre von Braun e o seu foguete V2:



sábado, 14 de setembro de 2013

Alienígenas do Passado - Estruturas Inexplicáveis

Alienígenas do Passado - Estruturas Inexplicáveis

Parte 1/3:



Parte 2/3:



Parte 3/3:


A Pegada gigante de 200 milhões de anos

Vídeo sobre a descoberta da pegada gigante de 200 milhões de anos. Essa pegada gigante foi descoberta em 1912 pelo caçador Stoffel Coetzee na Africa do Sul. A pegada tem cerca de 1,2 metros de comprimento e o ser gigante deveria ter em torno de 9 a 10 metros de altura. Esse ser gigante viveu entre o Triássico (250 a 200 milhões de anos atrás) e o Jurássico (200 a 150 milhões de anos atrás), que foram os dois períodos em que os Dinossauros viveram.


http://www.youtube.com/watch?v=fcDh4E2JOyw

A Pegada de Meister (pegada de 300 milhões de anos)

William J. Meister, era um arqueólogo amador e colecionador de fósseis, que em 03 de Junho de 1968 descobriu um fóssil em Antelope Springs, no estado de Utah, Estados Unidos. Nesse fóssil há a marca de uma pegada de 27cm de comprimento, pegada essa feita por um calçado, que havia esmagado um Trilobite. Os Trilobites, ou Trilobitas, são artrópodes que viveram na período Paleozoico. O período Paleozoico  compreende entre 542 milhões e 245 milhões de anos atrás. Os Trilobites desapareceram na grande Extinção do Permiano-Triássico, que foi uma extinção em massa que ocorreu no fim do Paleozoico, há cerca de 251 milhões de anos atrás. A marca desse calçado, que pode ser uma sandália ou bota, que esmagou o Trilobite, é mais antiga que o homem ou qualquer outro ancestral do homem, é mais antiga até mesmo do que os Dinossauros que viveram no Triássico (250 a 200 milhões de anos atrás). Então o que explica a marca dessa bota/sandália em um fóssil de mais ou menos 300 milhões de anos atrás? Será que extraterrestres visitam nosso Planeta a milhões e talvez bilhões de anos atrás?




domingo, 25 de agosto de 2013

Livro - Diálogos com a Natureza



Nesse livro, Michael J. Roads, descreve como ele iniciou o seu contato com a natureza, sendo a natureza Plantas, animais, rios e qualquer elemento da natureza. Durante certo tempo Michael questionou se esse contato com a Natureza era simplesmente algo de sua imaginação ou se esse contato era verdadeiro, com o tempo ele passou a aceitar esse contato. Durante a leitura do livro compreendemos que Michael não dialoga diretamente com elementos da Natureza, mas que na verdade ele dialoga com uma Inteligência Superior que se manifesta na Natureza quando ele inicia esses diálogos.

Site do Michael J. Roads:
http://www.michaelroads.com/

domingo, 21 de julho de 2013

Livro - Espiritualidade Cósmica



Neste livro Bruno Borges relata que fez contato com uma entidade multidimensional chamada Comandante Quanntarr, que é um comandante do Comando Estelar. Através desse contato Bruno Borges descobre que sempre fez parte do Comando Estelar e que está encarnado na Terra a milhares de anos.

O livro é divido em quatro partes: O Planeta Terra, As Hierarquias de Luz, Os Extraterrestres, Dicas dos Irmãos Estelares.

Sobre os assuntos tratados no livro:A Vida no Planeta Terra, O Futuro de Luz do Planeta, As Colônias Espirituais, Egrégoras Espirituais, A Grande Fraternidade Branca, O Comando Estelar, O Conselho Kármico Planetário, O Eu Sou, Os Extraterrestres, As Naves Multidimensionais de Luz, O Contato, A Vida em Nossa Galáxia, Os Círculos nas Plantações, Raças Extraterrestres, Seres Entrantes e a Transmigração de Consciência, Chips e Implantes, DNA Extraterrestre, Meu Dia a Dia Cósmico, Esqueça a Forma, Mantenha seu Foco na Luz, Novos Caminhos Profissionais, Investindo na Evolução, Observe o Mecanismo do Ego, Encontre a sua Família Espiritual, Cumpra a sua Missão Hoje, A Ilusão Financeira, Invista na Luz.

O Livro pode ser comprado no site Clube dos Autores:
http://www.clubedeautores.com.br/book/48188--Espiritualidade_Cosmica

Site do Bruno Borges:
http://www.luznocaminho.net/


quarta-feira, 3 de julho de 2013

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Uma prova de que a história de Artur Berlet é verdadeira?

No Livro Os Discos Voadores - Da utopia à realidade, na parte Aspectos do Espaço, Artur Berlet descreve como ele viu o Planeta Terra do ponto de vista do Disco Voador em que ele estava, quando voltava para o nosso Planeta. Abaixo o trecho do livro:

"O que me impede de descrever com mais exatidão a beleza da Terra olhando de lá, é minha dificuldade em discernir cores. Ela emitia 5 cores: A 1ª: esta tenho certeza era azul, emitida pela parte clara (dia). A 2º: a parte escura, uma mistura de preto com azul. A 3ª: era uma espécie de cinturão existente ao redor da terra, tanto na parte escura como na parte clara, estando esta entre as cores parecidas com azul também (para mim). A 4ª: outro cinturão, este porém mais espaçoso, formando uma espécie de arco-íris com outro, esta cor era semelhante a emitida por uma lâmpada elétrica bem fraca. A 5ª: era vista quase nos extremos da parte clara, eram dois riscos escuros e existentes onde, tomando nossa posição por base, ficavam na parte de cima e na de baixo da Terra, atravessando a parte clara em sentido horizontal, dando a mesma impressão de estar vendo de uma elevação uma luz sendo projetada do solo sobre uma valeta no escuro."

Repare na foto abaixo:

(Foto: Nasa/AP)

Essa foto foi tirada da Estação Espacial Internacional, em 4 de Junho de 2012, na expedição 31. Repare na foto que a atmosfera da Terra reflete uma cor exatamente como a descrita por Artur Berlet, uma cor parecida com a luz de uma lâmpada elétrica fraca. Se a história de Artur Berlet é falsa então como ele sabia sobre esses detalhes do Planeta Terra que só são vistos do espaço? Ou será que Artur Berlet realmente esteve em um Disco Voador? Lembre-se que o livro foi escrito em 1958, antes mesmo do primeiro homem (Iuri Gagarin) ir para o espaço.